A história de vida do professor Gleivison é igual a de muitas outras pessoas que passaram por dificuldades na infância. Mas suas origens, apesar de triste, foram o motivo pelo qual ele lutou para mudar seu futuro.
João da Silva
Gleivison Henrique Costa Gaspar foi criado apenas pela mãe. 
Nascido na cidade de Nova Lima-MG

Sueli Costa Gaspar é mãe solteira, 
empregada doméstica e semianalfabeta, mas um grande motivo de admiração para o filho que faz questão de apresentá-la onde for.

HISTÓRIA DE VIDA

Quando criança, os dois moraram em um cortiço e viveram de caseiros até os 18 anos. 

Aos dois anos de idade, sua irmã ainda neném foi doada para outra família. Segundo o professor Gleivison essa foi a solução que a mãe encontrou para que os três sobrevivessem. 

“Ela não tinha como alimentar nós três. Eu era o mais velho e por isso ela optou por dar minha irmã para outra família cuidar. Foi a decisão mais difícil”, disse. 

E assim ele cresceu incentivado a ir para escola, sempre dedicado aos estudos e ajudando a mãe nas necessidades. 

Na adolescência e juventude se deparou com mais uma dificuldade: o preconceito. 

Gleivison nunca escondeu sua opção sexual, mas afirma que lidar com a falta de aceitação das pessoas foi difícil. Apesar disso, sua família sempre esteve do seu lado o apoiando. “Nunca vi minha orientação sexual como um crime e fico ofendido quando tentam atacar minha honra”, disse. 

Ele descobriu que conquistar um lugar na sociedade só era possível através do estudo e batalhou com o objetivo de oferecer uma vida melhor para sua mãe. “Pelo status, dinheiro ou poder avançarão sobre minha vida particular, como se eu escondesse do povo quem eu sou”, disse.

O reencontro com a irmã 

Após 36 anos separados uma coincidência uniu os irmãos em 2011. 

A caçula Selma Cristina, que reside em Ilhabela, trabalhava em uma loja quando o estudante universitário, Igor Teixeira, dava uma olhada nos produtos. 
 
Quando se encontraram, ele ficou surpreso com a semelhança entre Selma e seu professor de português, que na época era o Gleivison, e comentou sobre isso. 

Mas o assunto da adoção era delicado para Selma. “Ainda bem que ele (Igor) teve a presença de espírito de esperar a loja esvaziar, colocar meu nome no papel e aconselhá-la a procurar por mim nas redes sociais”, contou Gleivison emocionado. 
 
A partir desse momento eles se encontraram e trocaram contato telefônico. “Ganhei uma irmã e muitos sobrinhos lindos”, disse.

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João da Silva

Criador do Marketing Digital 101

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